terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Kanban – Sistema de Controle de Estoques

 
Antes de implementar o Sistema Kanban – que visa eliminar os desperdícios, mantendo no estoque o mínimo possível para o setor de produção - em uma organização deve existir uma longa análise para prever se este sistema dará conta da necessidade específica da empresa, ou se outros projetos devem ser aplicados simultaneamente para se ter êxito.

Entre os gestores de muitas empresas a visão sobre o Kanban é bastante diversa, uns são muito pessimistas, responsabilizando as falhas na linha de produção, pela ineficiência do referido sistema; os otimistas acreditam que este sistema faz a diferença se implantado de forma eficaz. As críticas existentes a este sistema de controle de estoque são em grande parte pela necessidade de que os responsáveis por esta tarefa, sejam conscienciosos. Pois a colaboradores específicos é delegada a tarefa de alimentar um quadro (com a relação das matérias primas e outros suprimentos armazenados no estoque) e também de reposição e organização de cartões que contém as informações precisas sobre o produto, a localização deste no estoque e a quantidade disponível. E se não estiverem atentos a estas particularidades deste sistema que prima pela gestão de processos pela qualidade total, é fato que existirão falhas, sendo a mais temida delas a falta de alguma matéria-prima necessária à linha de produção.

                                         
                                 


 As principais funções do sistema Kanban são:

* Facilitar o controle de materiais e matérias-primas;

* Possibilitar a rápida identificação das necessidades ou das ações a serem tomadas;

* Controlar os fluxos de entrada e saída de mercadorias.

O princípio do sistema Kanban está intimamente ligado ao Jit (Just-in-time) que igualmente possui a função de que uma empresa trabalhe com o estoque ao nível zero, mas ambos os sistemas focam na verdade a eliminação de desperdícios. Aos gestores fica a delicada tarefa de escolher quais sistemas logísticos, serão mais adequados à realidade do negócio organizacional.

  

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